A terça-feira, 2 de março foi um dia especial para as mães, esposas, filhas, irmãs, amigas, enfim, todas as mulheres
do bairro Cidade Nova, que participaram do Mutirão em Prol dos Direitos das Mulheres, com serviços integrados promovido pela Prefeitura Municipal de Estância. Das 8h da manhã até as 13h da tarde, foram realizados diversos atendimentos nos vários serviços gratuitos nas áreas de saúde, beleza, educação cidadania e lazer, na Escola Pica Pau, localizada no conjunto Paulo Amaral.
O próximo mutirão será realizado no dia 5 de março na Escola Tiradentes, no bairro Alecrim a partir das 8h. No dia 9 de março acontecerá no bairro Porto D’Areia na antiga FEBEM, e em 13 de março será realizado na Associação de Moradores do Conjunto Albano Franco.
O mutirão foi de muita utilidade para a comunidade, tendo atendido plenamente o objetivo da prefeitura que é
fortalecer a cidadania, e melhorar a qualidade de vida e garantir a efetivação dos direitos das mulheres estancianas.
O prefeito Ivan Leite fez a abertura dos trabalhos dando as boas vindas a todos, para que pudessem aproveitar essa oportunidade de ter os serviços bem próximos de suas residências.
A professora Adriana Oliveira que é a idealizadora do projeto e Coordenadora das Políticas Públicas para as mulheres, pretende que os mutirões mais do que oferecer atendimentos a saúde, beleza, e cidadania, invista na conscientização do gênero feminino sobre seus direitos na sociedade e incentivo a promoção de mudanças em prol da autonomia das mulheres. “Espero que vocês alcancem seus direitos e tenham de volta a sua vida digna” , destaca.
Serviços de utilidade pública, exames de saúde e corte de cabelo, foram alguns dos serviços prestados de graça às
mulheres que também tiveram momentos de lazer assistindo a peças teatrais. A programação do evento contou ainda com esclarecimentos sobre direitos da mulher, cidadania e prevenção a violência.
Este projeto promove a inclusão social das mulheres, ao mesmo tempo em que eleva a qualidade de vida, principalmente daquelas que têm dificuldade de acesso aos serviços prestados fora da sua comunidade.